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"O Processo"(Metodologia Interdisciplinar) na Educação pela Arte;Animação Sócio-Cultural (Rede Social)
Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Profissional-Animadora Cultural

 

 

Pergunta- Drª Márcia Pereira,na actual conjuntura, o que é ser profissional na área da Animação Cultural e Educação Comunitária?

 

 R: - Na minha opinião, um animador pode ser qualquer pessoa que trabalhe na área cultural, como os dirigentes culturais, difusores culturais, animadores desportivos ou turísticos, estes animadores até podem ser voluntários,um bom exemplo disso são os Escuteiros.

Agora um profissional de animação preocupa-se com questões mais profundas, com uma verdadeira mudança cultural na comunidade. Elabora projecto de acordo com as necessidades existentes, e facilitar o acesso á cultura. Uma verdadeira animação para além de dar “Ânimo” pretende VALORIZAR o indivíduo, através dos temas que acharmos necessários, Património, Ambiente, Saúde, Cidadania etc. mas em contextos não formais. Acreditamos que depois da descoberta da identidade cultural (e de todas as outras descobertas) manifesta-se em cada indivíduo o sentimento de pertença e valorização da sua comunidade, o que vai permitir uma mudança de atitude, tornando-se cidadãos mais activos, mais participativos e mais conscientes.

 

Pergunta – Refira alguns aspectos do seu currículo adaptável á inclusão Social?

 

R: - Enquanto ainda a desenvolver estágio Curricular nível III, ou seja estágio de Intervenção, desenvolvi um projecto no ATL e no Clube de Jovens, em Vila Franca de Xira, orientado para crianças oriundas de famílias economicamente desfavorecidas, existindo conflitos culturais.

Elaborámos um projecto de intervenção, com o tema da Multiculturalidade como um factor positivo de aprendizagem, em que a diferença fosse vista como uma mais valia na troca de experiências e não como um factor de exclusão. Apostar na temática do Circo foi uma excelente opção. Os resultados foram surpreendentes, substituiriam os seus comportamentos agressivos, de frustração, de apatia pelas actividades anteriormente propostas, para um sentimento de interajuda, compreensão, empenho e respeito pelo outro.

Já com licenciatura concluída, refiro a experiência em campos de férias com crianças e Jovens da casa Pia de Lisboa, manifestando resistência a regras e comportamentos conflituosos. A Estratégia de conquista de confiança e proximidade cultural resultou numa peça de teatro com 20 participantes (o que é extremamente positivo neste contexto) onde abordámos alguns conflitos que existiam entre grupos e educadores.

De volta á Madeira, tenho desenvolvido projectos pontuais na inclusão social, em algumas instituições e mais frequente com o projecto “Sorriso Encantado”.

Na minha opinião, quando se trata de projectos de intervenção, é necessário estipular projectos a longo prazo, para que se consiga bons resultados.

 

Pergunta – Qual a opinião sobre Animação e a Rede Social na Inclusão?

 

R: - A animação comunga com os mesmos objectivos da Rede Social para a inclusão. Tanto com o princípio de articulação, (rede de parceria) reduzindo custos e facilitando iniciativas, princípio da participação, permitindo uma maior coesão social, princípio de inovação, que pretende dar respostas ás novas problemáticas.

Pretende igualmente encontrar estratégias, e fomentar sinergias para promover o desenvolvimento local.

 

 

 

publicado por Renato Costa às 10:05
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