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-Vertente Desenvolvimento Sócio-Comunitário

"O Processo"(Metodologia Interdisciplinar) na Educação pela Arte;Animação Sócio-Cultural (Rede Social)
Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Ed.Arte no EPF-Estabelecimento Prisional do Funchal- Entrevista a Dr.ª Paula Erra

A Entrevistada - Dr.ª Paula Erra, é responsável pela implantação da actividade Teatro no Estabelecimento Prisional do Funchal, onde dirige o Grupo de Teatro do E. P. F. – Experimentar Sentir, desde 1996, o Grupo de Teatro do E. P. F.- Ousadia entre 2001 e 2003 e o Grupo de Teatro da Regional - Os Trapalhões, desde 2006. Em 2002 assume a Vice-Presidência da Associação Artística de Educação Pela Arte na Madeira

Entrevistadoras: Drª Márcia Pereira, licenciada em Animação Cultural e Educação Comunitária desenvolve estágio profissional (projecto Educação pela Arte na Inclusão Social) no Centro Luís de Camões, Instituição Particular de Solidariedade Social e Educadora Social Consuela Silva do Centro Luis de Camões.

Resumo da Entrevista: Tema Educação pela Arte como factor de inclusão no Estabelecimento Prisional do Funchal - Caracterização do grupo de reclusos/as, abordagem da metodologia e estratégia de intervenção, os resultados . Anota-se o conteúdo da Entrevista,para o processo de aprendizagem ao longo da vida , no caso os reclusos/as.

Pergunta: Começaria por solicitar uma caracterização do projecto que desenvolve no Estabelecimento Prisional do Funchal, com os reclusos/as, quais as características do grupo?

Resposta: Quanto ás características dos grupos de trabalho de homens e mulheres, nota-se que as mulheres aceitam desafios mais difíceis, dialogam mais, e querem fazer peças de teatro mais dramáticas, enquanto que os homens preferem peças mais cómicas e humorísticas o que dificulta a aceitação de outras propostas de trabalho.

Pergunta: Quais as metodologias que recorre?

Resposta: O trabalho desenvolvido incide-se essencialmente sobre actividades de: exposição teórico-prática , sobre os temas escolhidos; trabalho e reflexão individual e de grupo; realização de trabalhos experimentais. Normalmente o grupo das mulheres não trabalha em conjunto com o grupo dos homens, só em actividades esporádicas.

Pergunta: Quais as estratégias que recorre para desenvolver o trabalho?

Resposta: Normalmente recorre-se ao diálogo, exercício físico, jogos corporais, improvisações, jogos teatrais, exercícios vocais, vídeos, musicas, material policopiado, material desperdício, instrumentos musicais, textos, canções, confrontação com o público, comunidade, exercícios emocionais.

Pergunta: Quais os objectivos gerais?

Resposta: Fornecer alguma informação cultural. Proporcionar condições para a formação pessoal do indivíduo. Criar condições para a (re) educação dos/as reclusos/as. Possibilitar o maior conhecimento de si próprio e do outro, de modo, a aumentar a autoconfiança e a auto-estima dos participantes. Estimular a consciência do/a recluso/a para que este se aperceba que a existência de possíveis problemas só poderão ser enfrentados e resolvidos por ele próprio. Criar espaço para uma libertação interior de modo a que um, sustentado psicologicamente, seja capaz de encontrar uma resposta para as suas inclinações naturais de segurança, de reconhecimento e consequente valorização pessoal. Promover a reabilitação do/a recluso/a. (Re) aproximar os/as reclusos/as da comunidade da qual fazem parte, através de um intercâmbio com futuros jovens artistas. Possibilitar a reinserção social.

Pergunta: Que importância tem a Educação pela Arte na Inclusão Social?

Resposta: Carácter informativo, pedagógico-cultural, educacional, social, ocupacional , artístico e sobretudo, TERAPEUTICO.

Pergunta: Existem casos de sucesso de inclusão social de reclusos, devido a esta Educação Artística?

Resposta: Sim! Existe apenas um caso de uma pessoa que foi reinserida num grupo de teatro da região. Não temos conhecimento de outro caso, pois não fazemos o acompanhamento após da saída dos reclusos.

publicado por Renato Costa às 01:35
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Conhecer Animadores Profissionais-Entrevista a Dr. Albino Viveiros

 O Entrevistado: Dr. Albino Viveiros é Presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sócio-cultural, Delegação Regional da Madeira. Concluiu licenciatura na Escola Superior de Beja, e orienta projectos de dinamização cultural na Câmara Municipal de Machico.

Entrevistadoras: Dr.ª Márcia Pereira, licenciada em Animação Cultural e Educação Comunitária, desenvolve um Estágio Profissional (projecto de Educação pela Arte na Inclusão), no Centro Luís de Camões, Instituição Particular de Solidariedade Social e Educadora Social Consuela Silva do Centro Luis de Camões.

Resumo da Entrevista: Tema Animadores e o Mercado de Trabalho

Abordagem da empregabilidade dos Animadores (licenciados e técnicos profissionais), diferenciação de funções em projectos de animação sócio-cultural, o contributo das autarquias no desenvolvimento de planos de animação sócio-cultural, a participação privada em rede de parceria, educação comunitária e educação para o turismo numa região turística.

-Pergunta: A propósito da empregabilidade dos Animadores na Madeira( Técnicos superiores e Técnicos profissionais), qual a situação actual?

-Resposta: Assiste-se a uma concorrência na procura de emprego entre Animadores técnico profissionais e Animadores licenciados num mercado de trabalho, que ainda desconhece a figura do Animador Sociocultural e a sua importância no trabalho com os grupos sociais. Por outro lado há uma ausência de critérios de avaliação das mais valias que os Animadores Socioculturais podem trazer no desempenho das suas funções numa qualquer instituição pública ou privada.

Os Animadores técnicoprofissionais partem com uma vantagem para o mercado de emprego: a realização do estágio na região, resultado da frequência do curso na Região Autónoma da Madeira, o que possibilita uma possível integração na instituição onde realizou o estágio.

-Pergunta: Qual o número de licenciados na Madeira e quantos estão empregados na área da animação?

-Resposta: Hoje assiste-se a uma frágil e tímida empregabilidade de Animadores licenciados em instituições públicas e privadas, nomeadamente, em autarquias, associações de desenvolvimento comunitário, de saúde mental, em IPSS (centros de dia). Esta realidade tem haver com as necessidades das instituições em matéria de Animação Sociocultural e o facto da formação destes profissionais poder responder a um conjunto de necessidades de ordem educativa, social e cultural.

-Pergunta: Na prática, qual é a diferença de trabalho dos licenciados e dos técnicos?

Resposta: A questão da disparidade de valores em matéria de ordenados entre técnicoprofissionais e licenciados é justificada pelo simples facto do grau de formação de uns e outros. A tabela salarial destes e outros profissionais para o sector privado, nomeadamente, para as IPSS está definido no Contrato Colectivo de Trabalho revisto recentemente, tal como acontece para a função pública.

O Animador licenciado está habilitado pela formação académica que possui a coordenar programas e projectos de animação sociocultural, equipamentos colectivos (centros de dia, centros cívicos, casas de cultura), equipas de trabalho e acima de tudo integra equipas multidisciplinares no âmbito da intervenção social, independentemente do grupo alvo do projecto de intervenção.

O Animador técnicoprofissional está habilitado a organizar simples actividades de animação com grupos pequenos de indivíduos, competências adquiridas ao longo da sua formação de nível III (ensino secundário).

-Pergunta: Dr. Albino numa entrevista refere que a animação deve ser da responsabilidade das autarquias, mas considerando as dificuldades financeiras, e numa perspectiva de rede de parcerias, qual é o papel das empresas privadas para o suporte do plano de animação?

-Resposta: No texto que escrevi para a revista Rugas, o qual se intitula a “Animação da Cultura”, procurei localizá-lo num espaço de intervenção concreto – o âmbito autárquico – pois é nesse mundo que desenvolvo a minha actividade profissional enquanto Animador Sociocultural. Defendo um trabalho em parceria não no sentido restrito de financiamento de projectos, mas, sim, no desenvolvimento de programas e projectos capazes de mobilizar os actores sociais através de um processo contínuo de Animação Sociocultural. Hoje as instituições têm que trabalhar e desenvolver projectos em parceria, diagnosticar realidades com os outros, partilha informações e saberes e aqui entra a figura do Animador, enquanto um mediador de vontades e impulsionador de acções concertadas em prol das gentes e do seus processos de desenvolvimento, em qualquer âmbito: social, educativo ou cultural.

-Pergunta: Animação é mais comunitária ou também turística? Numa região em que o turismo é importante, como fazer animação para o turismo e como identificar o que os turistas querem saber dos locais.- estes dois tipos de animação podem se tocar, mas é preciso o quê?

-Resposta: A animação é sempre comunitária independente da sua modalidade (cultural, social ou educativa), porque para acontecer processos efectivos de animação é preciso que haja a participação das pessoas, dos destinatários das actividades.

Em matéria de Animação Turística vendemos uma imagem, uma marca – MADEIRA – e todo um potencial que entendo deve ser sustentávelmente explorado do ponto de vista da Animação Turística. Estaremos fazendo animação turística quando formos capazes de envolver os turistas nas actividades, quando estes se sentirem convidados a explorar a nossa identidade cultural; quando formos capazes de conciliar o desenvolvimento com a conservação do nosso património cultural. Estaremos a construir um projecto de Animação Turística quando quem nos visita tome parte activa, participe nas actividades socioculturais de cada comunidade local da Madeira, explore o seu sentido, quando formos capazes de sensibilizar as pessoas para o desenvolvimento de uma economia social/solidária numa perspectiva de Animação Turística.

 

 

 

 

publicado por Renato Costa às 01:30
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

Design na Cidade-2º Seminário de Marketing(DuplaDP) na RAMadeira

“Design na Cidade” é apenas o 2º painel do Seminário em referência promovido ,em boa hora, pela DuplaDP no dia 1 de Outubro de 2008.No 1º painel foi abordado o “Marketing no Ponto de Venda” e no 3ºpainél “A Comunicação como ferramenta de promoção”.

O interesse neste blog por estes conteúdos diz respeito à multidisciplinaridade associada à educação pela arte na inclusão social, nomeadamente a animação sócio-cultural e outras disciplinas.

Nesta perspectiva anotam-se aspectos que poderão ser aprofundados em termos de debates ou outros efeitos práticos;

Design na Cidade e as Pessoas-  particularmente as residentes em zonas geográficas mais sócio carenciadas, a humanização e preservação dos espaços, elevação da autoestima , a mobilidade em ambos sentidos.

Marketing no Ponto de Venda- uma aproximação destas técnicas no mercado retalhista ao que se poderia designar por “Ponto de Encontro na Coesão Social”, espaços nos media, internet ou pessoas( líderes de opinião) para um melhor conhecimento da intervenção social e local.

A Comunicação ,como ferramenta de promoção- incentivar/reforçar o recurso às tecnologias da informação e comunicação nas instituições de solidariedade social e organizações não governamentais.

A Rede de Parceria/Social é fundamental para a matéria substantiva e programas operacionais subsequentes.

Um maior conhecimento do Marketing Sensorial deixa expectável o espaço, ainda mais largo, para o Marketing Social.

 

publicado por Renato Costa às 18:01
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Final do Curte as Férias - 2008

 

O Centro Luís de Camões – Instituição Particular de Solidariedade Social, realizou no dia 14 de Setembro de 2008 a festa de Encerramento das actividades de Verão com participação de cerca 50 pessoas (constituídas por crianças e familiares). Esta actividade consistiu em jogos lúdicos, dinâmicas de grupo, testes físicos, almoço, visionamento de DVD com fotos das actividades de Verão e entrega de Certificados.

Foi uma linda despedida, Curte as Férias até para o Ano!

Bom ano Lectivo!

 

 

publicado por Renato Costa às 10:09
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Avaliação Multidisciplinar - EdARTE

 

As experiências/vivências na animação sócio-cultural, têm suscitado emoções, proximidades pessoais e a afirmação de desejo de continuidade nos utentes, profissionais e voluntários.

Subsistem, no entanto, 2 novos espaços de intervenção sócio-comunitária, complementares à área socióloga e animação cultural propriamente dita;

a)aprendizagem ao longo da vida – detecção/aperfeiçoamento de “competências”, com apoio de Técnico(a)s na área das ciências da educação relativamente a;

a)1 LC – Linguagem e Comunicação (expressão oral, escrita e também, artes plásticas)

a)2 MV – Matemática para a Vida (programação/orçamentação de evento)

a)3 TIC – Tecnologias da Informação e Comunicação (melhoria de acessibilidade sócio-cultural)

a)4 ECO – Empregabilidade e Cultura Organizativa (sectores sócio-profissionais).

 

b) – Educação Emocional – identificação/correcção de comportamentos sociais, com apoio de psicóloga(s), relativamente às 5 aptidões emocionais básicas;

b)1 – Reconhecer sentimentos, b)2 – controlar emoções, b)3 – remediar danos emocionais, b)4 – empatia, b)5 – interagir (trabalho em equipa)

 

Como é evidente estas áreas de intervenção só terão viabilidade numa perspectiva de Rede Social.

 

publicado por Renato Costa às 10:08
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II - Avaliar EdArte "Curte as Férias"

 

Numa avaliação geral, as crianças manifestaram muitos aspectos positivos em relação ao programa das actividades de verão, desde actividades de exterior, como as actividades de expressão, e como equipa de monitores. É de salientar que muitas referiram que gostavam de uma maior continuidade das actividades e principalmente que as actividades preenchessem mais os seus dias.

Concluímos que no que se refere aos ateliers de expressão, a expressão plástica e dramática foram as eleitas por todas as crianças.

 

“ Na minha Opinião eu adorei todas as Professoras porque em todos os meses trabalharam para nos dar actividades muito divertidas!!!!!

As actividades deviam ser de manhã até à Noite.

Gostei muito, muito de fazer bolinhas (bolas de malabarismo) e o boneco (fantoche em papel).

Mas na realidade o que eu mais gostei foi do jipe a todo o terreno.” Ana Maria 7 anos

 

Tentámos fazer uma abordagem de proximidade com os pais das crianças que frequentavam estas actividades, constatámos que a maior parte envolveu-se com os interesses dos filhos pois conheciam as actividades que mais e menos lhes interessavam, e sobretudo aperceberam-se da mudança de comportamento pois referiram as amizades que seus filhos fizeram, e em alguns casos melhorou de forma significativa o diálogo entre pais e filhos.

 

“Todas as actividades foram positivas. Luísa mostrou interesse e participação, fez novas amizades gostou muito do vosso acolhimento e atenção.

Muitíssima Obrigada por tudo. Isto para o Centro.”

Gorette

“ O Henrique gosta muito de vir ao Centro (…)

Por vezes o Henrique vem muito cansado, mas uma coisa que o Henrique antes não fazia era contar-me tudo, e desde uns tempos para cá ele conta o que fez de bom e de mau.

O Centro foi a melhor coisa que lhe aconteceu no Verão, é o que ele diz.

- Obrigada! É o que o Henrique me diz quase todos os dias por estar no Centro.”

Mãe do Henrique

 

 

Anota-se a presença dos Pais/Familiares na Festa do Encerramento das Actividades, sobretudo pela participação motivadora na componente associada ao Desporto para Todos/Desporto em Família (medição de indicadores de saúde e testes físicos).

 

 

publicado por Renato Costa às 10:08
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Desfile Multicultural no Jardim Municipal

 

Curte as Férias, participou no Desfile Multicultural, promovido pela Associação do Desenvolvimento Comunitário do Funchal, contou com a participação de 12 Instituições.

Apresentámos a Cultura Cigana, com uma dança e representação de uma feira e acampamento.

Com esta actividade pretendemos que as crianças conheçam outras culturas, valorizá-las e sobretudo desmistificar preconceitos e estereótipos.

Esta actividade baseou-se nas bases Psicopedagógicas da Educação pela Arte, Vivências/ Experiências.

 

 

publicado por Renato Costa às 10:06
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Cooperação Várzea/Associação Desenvolvimento Comunitário do Funchal

Esta actividade consistiu numa colaboração de Rede de parceiros entre o CCD Luís Camões e a Várzea / Associação para o Desenvolvimento Comunitário do Funchal.

Foi uma actividade Intergeracional que contou com 30 participantes. A Animadora Márcia Pereira desenvolveu uma actividade de Escrita Criativa.

A metodologia utilizada: Constituição de grupos aleatórios integrou pelo menos um idoso por grupo, jogo da glória com a temática Provérbios Populares, concurso de memorização de Destrava Línguas e elaboração de Banda Desenhada Gigante.

Esta actividade contou com o entusiasmo dos participantes, no fim da actividade uma criança perguntou: “Há Provérbios na Internet?”, esta curiosidade revela a continuidade da actividade, pois é provável que esta criança pergunte e investigue em casa sobre este tema e desenvolva uma maior reflexão sobre os valores e saberes dos Provérbios.

Opinião geral;

“Gostei muito desta actividade. Foi engraçada e bonita, idosa Maria de Jesus”

“Eu gostei mais dos Provérbios”          

“Eu gostei da Pintura”

“Eu achei esta actividade divertida! Gostei muito, Alexandra”

 

 

 

publicado por Renato Costa às 10:06
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Cooperação S. Vicente - Adenorma

 

O Curte as Férias participou na actividade entre instituições, promovida pela Associação de Desenvolvimento da Costa Norte da Madeira.

A maior descoberta foi o percurso Rota do Cal em S. Vicente. Tivemos a oportunidade de conhecer os sítios de onde são extraídas as pedras, e acompanhamos todo o percurso até se transformar em Cal. Foi uma actividade muito divertida!

 

publicado por Renato Costa às 10:06
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Parceria e Cooperação na Animação Sócio-Cultural

Parcerias e Cooperação são 2 Pontos Críticos para a sustentabilidade dos Serviços de Base Social e Local, em que a animação sócio-cultural pode e deveria ser enquadrada, no caso presente, para prossecução dos objectivos de inclusão social.

Mais concretamente, trata-se de consolidar a Rede Social.

Na Parceria, orientação/atenção por projectos com definição de objectivos e regularidade operacional.

Na Cooperação (entre Centros Sociais) estruturação orgânica para objectivos de cooperação.

No Empreendorismo Social enquadrar oportunidades na detecção e desenvolvimento de recursos e dimensionamento da Rede Social.

 

publicado por Renato Costa às 10:05
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